Programa Saúde na Floresta : FAS Amazônia

Programa Saúde na Floresta

Apresentação

O contexto da pandemia de covid-19 foi determinante para a elaboração de ações direcionadas à saúde na região amazônica. A partir daí, articulações como as da “Aliança Covid-Amazonas” abriram caminhos para a disseminação e o fortalecimento de práticas realizadas pela FAS, especialmente voltadas para a atenção primária, como é o caso do Programa Saúde na Floresta (PSF).

Cuidar da saúde das pessoas que cuidam da Amazônia é um dos maiores objetivos do PSF, de forma a atender às necessidades regionais e aprimorar as políticas públicas de saúde em populações tradicionais e povos indígenas do Amazonas. As estratégias do programa levam em conta procedimentos de segurança, higiene e qualificação do acesso aos serviços essenciais de saúde, com foco na melhoria do bem-estar das pessoas, principalmente aquelas localizadas em áreas remotas.

O programa vincula parcerias a fim de implementar um conjunto de projetos e iniciativas que promovam o pleno acesso à saúde de qualidade, incluindo formações continuadas para os profissionais da área, contribuindo para a melhoria das políticas públicas de saúde em aldeias e comunidades. A articulação estratégica com os parceiros da FAS é imprescindível para para que todas as frentes de saúde sejam executadas. O PSF também toma como princípio análises científicas e avaliações participativas sobre os sistemas de saúde implementados.

O ecossistema do PSF é dividido em 12 eixos de atuação:

Dentre os 12 componentes apresentados acima, destacamos:

Capacitação: Por meio de cursos e palestras, esse componente auxilia na formação de agentes de saúde (indígenas e comunitários) e de outros profissionais diretamente ligados à atenção básica, como médicos, enfermeiros e parteiras.

Telessaúde: Atendimento remoto em diversas áreas da saúde para pacientes localizados em regiões remotas da Amazônia. As comunidades são contempladas com a instalação de placas de energia solar, pontos de internet e computadores, além de locais apropriados para consultas e um sistema de teleatendimento que conecta profissional e paciente em um espaço online.

Transporte de urgência e emergência: Aquisição de “ambulanchas” (ambulâncias fluviais), canoas para agentes comunitários de saúde (ACS) e combustível emergencial.

Primeira Infância Ribeirinha (PIR): Proporciona assistência integral a crianças amazonenses na faixa etária de 0 a 6 anos de idade residentes de comunidades situadas em Unidades de Conservação (UCs). Saiba mais aqui.

Pesquisas em saúde: Estudos científicos para gerar propostas de aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde (SUS) em aldeias indígenas e comunidades ribeirinhas.

 

Parcerias

Para que todos esses eixos possam ser plenamente executados, o PSF tem firmado importantes parcerias estratégicas. Além de doadores individuais, alguns dos principais parceiros são:

Instituições de ensino e pesquisa
UEA (Universidade do Estado do Amazonas);
UFAM (Universidade Federal do Amazonas);
Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz);
Universidade Nilton Lins

Financiadores
Itaú Unibanco
JBS S. A.
Lojas Americanas
Bradesco
Santander
Embaixada da França
Embaixada da Irlanda

Organizações não governamentais (ONGs) e outros
COIAB (Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira);
Federações e associações indígenas;
Associações de moradores de comunidades tradicionais.

Governamental
SEMA-AM (Secretaria de Estado do Meio Ambiente);
SES-AM (Secretaria de Estado de Saúde) / FVS (Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas);
Cetam (Centro de Educação Tecnológica do Amazonas) / Seduc (Secretaria de Estado de Educação e Desporto);
SESAI (Secretaria Especial de Saúde Indígena) / DSEI (Distrito Sanitário Especial Indígena);
CNS (Conselho Nacional das Populações Extrativistas).

VÍDEOS

Testes rápidos para detecção de Covid-19

RDS do Rio Negro

Telessaúde

RDS do Rio Negro