O edital visa selecionar organizações regionais diversas, com experiência e capacidade de oferecer um conjunto integrado de serviços para o fortalecimento do ecossistema de negócios sustentáveis para ativação de 6 Núcleos de Desenvolvimento da Sociobioeconomia na Amazônia.
Serão mais de R$ 70 milhões de reais investidos na sociobioeconomia. Cada proposta terá até R$ 11.700.000,00 (onze milhões de reais), para executar o Plano de Trabalho.
REDES formadas por organizações da sociedade civil, negócios da sociobioeconomia, institutos de pesquisa, ensino e extensão, institutos de ciência, tecnologia e inovação, entidades de assistência técnica e extensão rural, instituições financeiras, entre outros.
Povos Indígenas, Quilombolas, Ribeirinhos, Retireiros, Pantaneiros, Morroquianos, Extrativistas, Pescadores Artesanais, Povos de Matriz Africana, Ciganos, Raizeiros e Benzedeiras, Povos e Comunidades Tradicionais e demais agricultores familiares.
O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) lança o edital que selecionará seis redes regionais para a criação de Núcleos de Desenvolvimento da Sociobioeconomia em territórios estratégicos da Amazônia.
A chamada pública marca o início da implementação do Programa Nacional de Sociobioeconomia – Prospera Socibio na Amazônia. A iniciativa tem apoio do “Projeto Sociobioeconomia na Amazônia”, fruto de cooperação financeira entre os governos da Alemanha e do Brasil por meio do KfW Banco de Desenvolvimento e implementado pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS).
Errata 01 – Inegibilidade
Errata 02 – Prorrogação de prazo de submissão de propostas
Área geográfica de referência para o planejamento das ações do núcleo de desenvolvimento da sociobioeconomia, constituída por espaços territoriais especialmente protegidos, como terras indígenas, territórios quilombolas, unidades de conservação, acordos de pesca e assentamentos da reforma agrária, além de outras categorias territoriais de uso tradicional.
Associações, cooperativas e organizações socioprodutivas de base comunitária, formais ou informais, pequenas e médias empresas, com diferentes níveis de maturidade.
São o público-alvo do programa
Arranjos operacionais que congregam a entrega de serviços públicos articulados — assistência técnica, formação, inovação, crédito e comercialização — adaptados às realidades locais. Contam com governança própria e estrutura digital interligada
Infraestrutura pública de dados e serviços que dá visibilidade e escalabilidade à sociobioeconomia, conecta empreendimentos, tecnologias, políticas públicas e oportunidades de mercado.