Conheça a Manioca, membro do Hub de Bioeconomia Amazônica

Logo da Manioca, membro do Hub de Bioeconomia Amazônica

Parte da rede de organizações que fortalecem a bioeconomia amazônica, a empresa investe em inovação e em pequenos produtores da região 

A Manioca é uma empresa de produtos alimentícios que nasceu em 2014 com o propósito de levar os produtos e sabores da Amazônia para todo Brasil e mundo. Nossa missão é popularizar e valorizar os sabores da Amazônia usando os ingredientes da biodiversidade amazônica. 

Sabores diretamente da Amazônia para o mundo 

Pratos tradicionais da região ainda são pouco conhecidos no restante do Brasil. Por isso, na Manioca, temos como propósito popularizar e produzir alimentos naturais com matérias primas provenientes da região, como mandioca, açaí, cupuaçu, cumaru e feijão manteiguinha. 

Investimos no desenvolvimento desses produtos e na apresentação deles para o mercado nacional. Um exemplo é o Tucupi, um caldo amarelo extraído da raiz da mandioca brava e muito presente na culinária amazônica. Com investimento em pesquisa, tecnologia e conhecimento, desenvolvemos novas apresentações e sugerimos outras formas de uso do ingrediente. 

Conseguimos aumentar a validade do Tucupi de 15 dias para um ano, de forma totalmente natural, e ainda, criamos, desenvolvemos e apresentamos ao mercado novos produtos a partir dele, como o molho de tucupi preto, o tucupi superconcentrado, o molho de pimenta com tucupi e mais recentemente, um snack de tucupi.  

Sustentabilidade e prosperidade social estão na base do que a Manioca faz 

Todos esses processos são feitos de forma sustentável, com comércio justo, entendendo a realidade do produtor, suas perspectivas e necessidades. 

Acreditamos que empreender na Amazônia vai muito além do que só vender produtos da região. É preciso cuidar da floresta e das pessoas que vivem nela e têm papel fundamental e direto para a conservação da floresta.  

A Manioca está conectada à Rede Origens, que atua diretamente em territórios protegidos da Amazônia e criou o Programa Raízes, um projeto para dar assistência aos pequenos produtores, a partir de três pilares: gerar renda, oferecer treinamento profissional e proteger a área florestal onde vivem e atuam.  

Hoje, o Programa Raízes alcança cerca de 10 cidades na Amazônia e ajuda 42 famílias, que produziram mais de 89 toneladas de matérias primas no ano. Utilizamos 20 produtos da sociobiodiversidade amazônica, realizamos mais de R$ 250 mil em compras no ano, com mais de 660 hectares conservados por meio da atividade de extrativismo ou produção agroecológica.  

Para todos que fazem a Manioca, é uma honra e muito gratificante sermos precursores desse movimento, abrindo caminhos para empreendedores locais e mostrando para nós mesmos, para os brasileiros e para o mundo, que é possível fazer diferente, fazer com sustentabilidade e ter resultados positivos e promissores, a partir da Amazônia, daquilo que é nosso e mantendo a floresta, o seu povo e a sua cultura em pé”. 

Visite o site da Manioca e conheça mais sobre a história da empresa e os ingredientes da bioeconomia amazônica que eles produzem e promovem. 

Sobre o Hub de Bioeconomia Amazônica 

O Hub de Bioeconomia Amazônica conecta, articula e amplifica experiências e soluções de diversos atores para a promoção de uma bioeconomia inclusiva na Amazônia. 

Nascemos de uma parceria entre a Green Economy Coalition (GEC) – a maior aliança global de organizações multissetoriais engajadas na promoção de uma economia verde e justa no mundo – e a Fundação Amazônia Sustentável (FAS) – organização reconhecida como a maior instituição amazônica atuante na região, e eleita melhor ONG do Brasil em 2021, segundo o ranking do Prêmio Melhores ONGs. 

Como se tornar um membro da rede 

Podem se tornar membros Hub de Bioeconomia Amazônica indivíduos e organizações nacionais, estrangeiras e transnacionais, de caráter formal e informal, como organizações e movimentos da sociedade civil; associações profissionais, acadêmicas ou religiosas; fundações, empresas privadas e públicas; bancos e outras instituições financeiras; institutos de pesquisa, universidades e outras instituições de ensino; órgãos governamentais, intergovernamentais e multilaterais; fundos de doadores e outros que visam promover uma bioeconomia inclusiva na Amazônia.   

Acesse nossa página e saiba como participar! 

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