A Fundação Amazonas Sustentável (FAS) realizou em setembro oficinas de gestão de bens na Reserva Extrativista (Resex) Rio Gregório, que fica a cerca de 800 km de Manaus. A ação faz parte do trabalho de acompanhamento do Programa Bolsa Floresta (PBF), que leva ações sociais e de geração de renda para cerca de 1 mil pessoas que vivem na reserva.
Participaram da oficina 27 presidentes de comunidades da Resex, o coordenador da Regional Juruá-Jutaí da FAS, Marcelo Castro, representantes da Associação de Moradores da Resex Rio Gregório (AMARGE), e da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema). A ideia das oficinas é acompanhar os investimentos entregues pelo PBF nos Ultimos anos, que na reserva incluem a construção e reforma de 15 escolas, uma ambulancha e motores de distribuição de água e luz.
Marcelo destaca que a localidade é um exemplo na conservação dos bens entregues pelo Programa: 83% dos investimentos continuam em bom estado, melhorando a vida da população distante da cidade.
“O caráter participativo do Programa se reflete na conservação dos bens disponíveis a essas comunidades. Como eles participaram do processo, eles se enxergam dentro disso, e o cuidado tem sido maior pela identificação com uma escolha”, destaca o coordenador, que tem apoio local da assistente Ã?rica Osório nas atividades da FAS.
O Rio Gregório é uma das localidades mais isoladas participantes do Bolsa Floresta, afluente do Rio Juruá, a vários dias de barco de Manaus. Atualmente, 985 pessoas moram na reserva, distribuídas em 167 famílias.

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