Primeira Feira do Pirarucu do ano acontece nesta sexta e sábado com cinco toneladas de peixe à venda na sede da FAS

Homem comprando Pirarucu, peixe típico da Amazônia, durante feira realizada pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS).
Homem comprando Pirarucu, peixe típico da Amazônia, durante feira realizada pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS).

A primeira edição da Feira do Pirarucu, da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), neste ano, acontece nesta sexta-feira e sábado, dias 8 e 9 de abril, das 7h às 13h. Serão comercializadas cinco toneladas de pirarucu manejado, provenientes da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Mamirauá, localizada no município de Fonte Boa, a 678 km de Manaus. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a FAS e a Associação dos Moradores e Usuários da RDS Mamirauá Antônio Martins (Amurman).

Os valores variam de acordo com a peça. O filé será vendido a R$ 26 o quilo, a manta a R$ 19 o quilo, a ventrecha a R$ 15 o quilo e a carcaça a R$ 7 o quilo. A Feira do Pirarucu da FAS será realizada na sede da instituição, situada na rua Álvaro Braga, 351, no Parque 10 de Novembro, Manaus (AM).

“Esta é a primeira feira do pirarucu do ano e é mais uma oportunidade para divulgar o resultado do manejo, realizado em lagos nas Unidades de Conservação (UCs) do Amazonas pelos moradores e usuários. A compra direto do pescador fortalece a cadeia do pirarucu de manejo, incentiva a conservação das UCs e gera renda para os pescadores e suas famílias”, afirma o gerente do Programa Floresta em Pé (PFP) da FAS, Edvaldo Corrêa.

A venda do pirarucu pela FAS tem autorização do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Amazonas (Sema), além do apoio da Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror).

Sobre a FAS

A Fundação Amazônia Sustentável (FAS) é uma organização da sociedade civil, fundada em 2008, com sede em Manaus (AM). Atua com a missão de contribuir para a conservação ambiental da Amazônia através da valorização da floresta em pé e sua biodiversidade e da melhoria da qualidade de vida das comunidades ribeirinhas associada à implementação e disseminação do conhecimento sobre desenvolvimento sustentável.

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