Prêmio reconhece soluções de bioeconomia na Amazônia com até R$ 30 mil : FAS Amazônia
26/07/2021
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Prêmio reconhece soluções de bioeconomia na Amazônia com até R$ 30 mil


O lançamento da 4ª edição do Prêmio da Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (SDSN Amazônia), que faz parte das Organizações das Nações Unidas (ONU) e é secretariada pela Fundação Amazônia Sustentável (FAS), com premiação de até R$ 30 mil, ocorrerá no dia 2 de agosto, a partir das 11h, horário de Brasília, por meio de uma live no canal da SDSN Amazônia no Youtube (sdsn-amazonia.org/youtube).

Com o tema “Soluções para uma nova bioeconomia Amazônica”, o prêmio vai reconhecer e dar visibilidade às propostas realizadas para enfrentar os problemas que dificultam o desenvolvimento econômico e sustentável na Amazônia. O primeiro colocado receberá 15 mil reais, o segundo ganhará 10 mil reais e o terceiro, 5 mil reais.

A abertura das inscrições acontecerá no evento de lançamento e serão gratuitas por meio do link sdsn-amazonia.org/premio2021. Há três categorias para inscrever soluções: Cadeias produtivas baseadas no manejo e cultivo da biodiversidade amazônica, produção de bioprodutos e soluções baseadas na natureza.

Participarão do evento de lançamento o presidente da SDSN Amazônia e superintendente geral da FAS, Virgilio Viana, e representantes das organizações que apoiam a premiação: o Instituto Amigos da Amazônia (iAMA) e o Hub de Economia Verde e Bioeconomia da Amazônia, uma coalização entre FAS e a Green Economy Coalition que busca acelerar a transição para uma economia sustentável na Amazônia.

No lançamento terá uma breve apresentação sobre as edições anteriores e os resultados que geraram, atualizações sobre a edição desse ano e ainda um espaço para perguntas e respostas das pessoas que acompanharão o evento pelo youtube.

“Precisamos transformar a economia do desmatamento em uma nova economia verde, regenerativa, inovadora, justa e inclusiva. Uma economia baseada na valorização dos ativos, serviços e produtos ambientais, e no conhecimento tradicional dos povos da floresta. Por isso, o Prêmio SDSN tem grande importância, porque incentiva projetos com esses objetivos”, disse a coordenadora da SDSN Amazônia, Carolina Ramirez Mendez

Para participar da premiação, as iniciativas precisam atuar na região da Pan-Amazônia há mais de um ano e a organização deve fazer parte da SDSN, SDSN Amazônia ou da SDSN Jovem Amazônia, ou ter feito uma solicitação para fazer parte da rede previamente à data de encerramento das inscrições, que acontecerá no dia 3 de setembro.

Para Virgilio Viana, a realização do prêmio é um grande incentivo às organizações atuantes na Amazônia, fazendo com que as soluções encontradas na floresta sejam reconhecidas e utilizadas. “Existem muitas respostas dentro da Amazônia para resolver os problemas que enfrentamos, para fortalecer sua economia e que são desenvolvidas pelas pessoas que vivem e dependem da floresta. Encontrar essas soluções, dar visibilidade e apoio a elas é fundamental para avançarmos nestas questões, e é isso que o prêmio busca realizar”, afirmou.

Sobre a SDSN Amazônia

A SDSN Amazônia é uma rede que visa integrar os países da Bacia Amazônica, mobilizando universidades, organizações não governamentais, centros de pesquisa, instituições governamentais e privadas, organizações multilaterais e sociedade civil para promover a resolução prática de problemas para o desenvolvimento sustentável da região. A iniciativa faz parte da Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável da ONU (SDSN Global) e tem a secretaria executiva realizada pela FAS.

Sobre o Hub de Economia Verde e Bioeconomia na Amazônia

O Hub de Economia Verde e Bioeconomia na Amazônia é uma iniciativa criada a partir da parceria da Fundação Amazônia Sustentável (FAS) com a Coalizão de Economia Verde (Green Economy Coalition – GEC em Inglês), buscando acelerar a transição para uma economia verde e inclusiva na Amazônia. O Hub reúne mais de 53 organizações (sociedade civil, empresas, trabalhadores, governos, agências internacionais da ONU e acadêmicos) conectadas a outros sete Hubs em todo o mundo.