Guardiões da Floresta - FAS - Fundação Amazônia Sustentável
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Guardiões da Floresta

Guardiões da Floresta
julho 21, 2009 FAS

Guardiões da Floresta

21/07/2009

Essencial para o futuro do planeta e para a qualidade de vida de todos os seres que habitam a Terra, a Amazônia precisa ser preservada, protegida e cuidada. O mundo já sabe que sem a sua saúde, a atmosfera, as chuvas, a agricultura, enfim a vida estará seriamente comprometida.
Mas para quem deseja fazer a sua parte, há vários caminhos e oportunidades em favor da causa. A indústria cinematográfica já simulou o futuro do planeta sob fogo, gelo, sem água, inundado, árido e desolado. Possibilidades já decantadas por inúmeros cientistas em todo o mundo. Para evitar esses efeitos, ensinam, basta agir rapidamente e de forma radical para mudar os padrões de consumo de substâncias prejudiciais à natureza e que aceleram o efeito estufa.
Um bom caminho é a conscientização para a preservação da floresta Amazônica. Não é preciso morar em Manaus ou no meio da floresta para salvar a Amazônia. “E mais: essa tarefa não é somente de governos; ao contrário, é necessário o comprometimento de pessoas, empresas e ONGs”, alerta Virgílio Viana, diretor-geral da Fundação Amazonas Sustentável (FAS), uma instituição privada e sem fins lucrativos fundada em 2007 pelo governo do Estado do Amazonas, Banco Bradesco e Coca-Cola.

Com sede em Manaus e escritório na capital paulista, a FAS inova em sustentabilidade. Tem como missão promover o desenvolvimento sustentável, a conservação ambiental e a melhoria da qualidade de vida das populações tradicionais. Entre outras atribuições, desenvolve e mantém programas e projetos de cunho ambiental, que englobam mudanças climáticas, gerencia de serviços e produtos, fomenta o desenvolvimento científico e tecnológico orientado ao meio ambiente e promove a conservação de biodiversidade, recursos hídricos e turismo.
Dedicação e emoção
Uma gama de ações é realizada e pensada para enfrentar os problemas relacionados às mudanças climáticas globais e à erradicação da pobreza. Entre elas estão os programas de proteção ambiental para a conservação da biodiversidade e do solo, melhoria dos indicadores sociais e geração de renda baseada em atividades sustentáveis dentro de unidades de conservação do Amazonas.
Outra atribuição da FAS é cooptar empresas privadas para ações de conservação ambiental e ajuda às famílias que habitam a Amazônia. Por isso, a instituição foi estruturada de modo a não depender de oscilações políticas ou de troca de governos para agir. Tem amparo legal sólido para atuar com credibilidade e possui padrões éticos que permitem construir relações institucionais sólidas e sérias com os diferentes segmentos da sociedade. “Buscamos parcerias que tenham comprometimento e paixão pela causa, que tragam soluções inteligentes e não apenas dinheiro”, diz Viana. Para ele, a Oracle mostrou grande receptividade e preocupação com a questão. “Não há somente interesse no resultado do balanço social, pelo contrário, percebi engajamento, inquietude e emoção”, complementa o diretor-geral da FAS.
O objetivo é aproximar empresas e instituições interessadas em colaborar com o desenvolvimento sustentável por meio de oportunidades para o apoio a ações de responsabilidade socioambiental em unidades de conservação. Um dos programas é o Bolsa Floresta, que reúne quatro frentes e visa recompensar os guardiões da Amazônia. O Bolsa Floresta Familiar, de valor mensal de R$ 50, é voltado a mães de famílias comprometidas com a saúde ambiental e o desenvolvimento sustentável nas unidades de conservação do Amazonas.
A segunda frente é o Bolsa Floresta Associação, destinado às associações dos moradores das unidades de conservação do estado. “Equivale a 10% da soma de todas as Bolsas Floresta Familiar e objetiva fortalecer a organização e o controle social do programa”, esclarece Viana. A terceira é o Bolsa Floresta Renda, no valor médio anual de R$ 4 mil por comunidade, e que apoia a produção sustentável: peixe, óleos vegetais, frutas, mel etc. Já o Bolsa Floresta Social, de valor médio anual de R$ 4 mil por comunidade, destina-se à melhoria da educação, saúde, comunicação e transporte; componentes básicos para a construção da cidadania dos guardiões da floresta.

A base da instituição

Transparência, ética, seriedade, eficiência, profissionalismo e sustentabilidade das atividades são os princípios e valores que regem a FAS.
A instituição é formada por profissionais de diversas áreas de conhecimento técnico, científico, administrativo, financeiro e que têm, em comum, o absoluto comprometimento com a conservação ambiental e o desenvolvimento sustentável do Amazonas.
O Conselho de Administração é composto por três membros de cada segmento da sociedade: empresarial, científico, socioambiental e governamental. “Essa diversidade setorial na formação do Conselho facilita o diálogo com os diferentes setores da sociedade para a construção dos programas de trabalho”, destaca Virgílio
Viana, diretor-geral da FAS, que conta também com Conselhos Consultivo e Fiscal, seguindo a mesma lógica de formação diversificada.